Chamar imposto digital da CPMF é maldade ou ignorância, diz Guedes

Chamar imposto digital da CPMF é maldade ou ignorância, diz Guedes

O novo imposto sobre pagamentos foi planejado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e foi chamado pela Comissão Provisória sobre Movimentação Financeira, ou seja, CPMF. Para o ministro, tais insinuações ocorridas por maldade ou ignorância e ressaltam o “tempo é o senhor da razão”.

Paulo Guedes disse ainda que ninguém pode impedir o debate sobre o tema aconteça, nem mesmo o presidente Bolsonaro. Tomando posse desse direito, o ministro continuará seguindo em frente no debate sobre reforma tributária e implantação de novo tributo, disse durante audiência virtual sobre reforma tributária no congresso.

Bolsonaro mostrou ser contra a criação da CPMF

Em várias ocasiões, o presidente da República, Jair Bolsonaro, se mostrou contrário à implantação da CPMF, mas autorizou Guedes a discutir sobre o novo imposto.

No último domingo (2), Bolsonaro afirmou que tem que observar ou deixar que exista e “se o povo não quiser”, então ” deixa como está “.

Guedes afirma que novo imposto pode render R $ 120 bi

Segundo Guedes, o tributo será aplicado sobre pagamentos de serviços eletrônicos com uma alíquota mínima de 0,2% ou renderização inferior a R $ 120 bilhões. Um imposto digital está sendo pensado e pode ser aplicado futuramente, visto que a economia é cada vez mais digital devido a inovações tecnológicas.

Guedes declarou que o Google e a Netflix, por exemplo, são inovações que o brasileiro usa, porém não está sendo tributado corretamente e que por motivos como essa equipe econômica tem trabalhado para avaliar o caso.

Paulo Guedes ainda não mostra formalmente os detalhes de como será o novo tributo para que seja possível entender como semelhanças e diferenças na relação com a antiga CPMF.

Ele recuperou tal valor e declarou que o novo imposto não seria aplicado nos casos de movimentação financeira.

seus detalhes revelados em 2019

Em setembro de 2019, durante um seminário da Receita Federal sobre o tema, foi revelado que Governo pretender taxar depósitos e saques em espécie com alíquota de 0,4%, já nos pagamentos de crédito e débito.

Uma alíquota seria de 0,2%, tanto para recebedor como pagador.

Numa análise feita pela Receita Federal houve constatação de que o novo tributo tinha semelhanças com uma antiga CPMF. (Após a repercussão desse assunto que Marcos Cintra, na época do secretário especial da receita, foi demitido.

ele aumentará a carga tributária em 9%, a partir de 1996 (quando foi lançado pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso) até 2004.

Em defesa ao novo imposto , Guedes afirma que essa nova cobrança pode impedir a corrupção de políticos.

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