Estudantes da rede pública de São Paulo usam aulas gratuitas de educação financeira

Estudantes da rede pública de São Paulo usam aulas gratuitas de educação financeira

Uma verificação terminou, como contas não fecham, como dívidas crescentes e não tem dinheiro disponível para garantir uma quebra dessa roda angular que é gerenciada como economias pessoais. Muitos de nós possuem ou conhecem histórias de estar “enrolado” com o dinheiro. E, nessa pandemia, esse tipo de situação é alterado.

Isso pode ser evitado agora: se depender de um acordo entre a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), uma solução pronta e facilmente acessível pela Internet.

público

Estudantes de ensino fundamental e médio recebem aulas de educação financeira, enquanto continuam a quarentena motivada pela pandemia de coronavírus.

O conteúdo disponível para o ambiente virtual e o curso é composto por um total de 24 aulas com duração média de 45 minutos cada. Semanalmente, duas aulas serão registradas na Internet. A previsão é que o material completo esteja disponível dentro do período de três meses.

Para os interessados, a Febraban ressalta que o aluno deve estar matriculado no sistema escolar tradicional, cursando uma das séries do ensino fundamental (uma vez ao ano) ou uma das séries do ensino médio.

Diversos canais

Popularizando ainda mais o tema, as aulas de educação financeira podem ser acessadas por diversos meios de comunicação e transmissão.

Segundo a Febraban, o local das gravações situa-se nos estúdios da Secretaria de Educação de São Paulo.

Quem estiver interessado, pode assistir a aulas ao vivo, pelo portal ou por aplicativos em smartphones e tablets. Como outras opções de acesso disponíveis no Facebook, no Centro de Mídias da Educação de São Paulo ou na televisão, nos canais da TV Univesp e TV Educação.

O mais provável é que programação iniciada a partir da segunda quinzena de agosto e serão abordadas cinco tópicos que tratam de finanças:

  • Produzir (de onde vem os recursos?)
  • Trocar (como trocas que fazem são válidas?)
  • Consumir (quanto custam as minhas escolhas?)
  • Administrador (como meus recursos de dinheiro?)
  • Poupar ( como encarar e preparar para o amanhã?)

As respostas a essas perguntas serão dado pelo professor da Febraban, Andy de Santis.

O presidente da Entidade, Isaac Sidney, comentou sobre o “nosso objetivo é ampliar e difundir o conhecimento sobre a educação financeira, que pode gerar reflexões e estimular o uso consciente do dinheiro, com uma criação de uma cultura de educação econômico-financeira para estudantes e seus familiares. ”

Dicas

divulgado por uma pesquisa do Banco Mundial Mostra uma tristeza do brasileiro em relação à educação financeira.

Apenas 28% da população gastou dinheiro em 2019.

Caso o leitor / interessado tenha um pouco mais de pressa e queira saber mais sobre cursos de educação financeira, vamos aqui como dicas de acesso aos sites da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Senai, Sebrae, Dinheirama e Portal Único do Governo. Os temas abrangidos nessas condições incluem orçamento familiar, investimentos, economia circular até finanças pessoais, psicologia econômica e informações sobre o Tesouro Direto.

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