Muitas percepções e paradigmas foram quebrados na pandemia, afirma gerente da InterPlayers

Muitas percepções e paradigmas foram quebrados na pandemia, afirma gerente da InterPlayers

O mundo mudou. Continua mudando, na realidade. Com o passar dos meses, acompanhado da pandemia, mais se perceber uma metamorfose. Há empresas que estão buscando essa adaptação, enquanto outras se anteciparam e já consolidaram ações que estabeleceram essa nova forma de seguir entregando qualidade e mantendo a fluidez de trabalho mesmo em meio a esse novo normal.

Por conta dessa antecipação, a InterPlayers, hub de informações para parceiros da área de saúde e bem-estar, conseguiu manter o fluxo de trabalho em alta e não sentir maiores impactos da crise sanitária no dia a dia. “Todas essas hipóteses [atípicas] nos levaram a desenvolver um Plano de Continuidade de Negócios (BCP – Business Continuity Program).

Este programa profissional que a empresa está preparada “, revelação Natalino Baroni, gerente de produto e desenvolvimento exclusivo da InterPlayers, em entrevista à Blasting News .

“Com a pandemia da Covid-19, o BCP foi ativado e as ações previstas foram recuperadas, para continuar entregando aos nossos clientes os serviços distribuído sem impacto “destaca ainda Baroni.

Entretanto, para além da antecipação, há ainda a compreensão das mudanças de todos os processos operacionais durante e após a pandemia.” Acreditamos que nunca mais será igual. Temos o novo normal à nossa frente “, pontua o gerente da InterPlayers.” Muitas percepções e paradigmas foram quebrados, o próprio home office foi um deles “, completa.

Confira a entrevista na íntegra.

Blasting News: O período de crise trouxe dificuldades para todas as empresas . Das micro às grandes empresas, o impacto foi sentido de alguma forma. Como foi para um InterPlayers esse primeiro contato com essa crise sanitária e como será o processo quando isso tudo passar?

Natalino Barioni: A InterPlayers, nos seus 18 anos de existência, já enfrentou algumas situações relacionadas a greves e enchentes e à pandemia do H1N1. Todas essas hipóteses nos levaram a desenvolver um Plano de Continuidade de Negócios (BCP – Business Continuity Program). Este programa internacional que a empresa está preparada, mesmo em caso de situações anormais, e continuar funcionando.

Com a pandemia da Covid-19, o BCP foi ativado e as ações tomadas foram recuperadas, para continuar entregando aos nossos clientes os serviços oferecidos sem impacto. Antes do governo do estado ter decretado a quarentena, a empresa já ativo o plano para todas as áreas, isso propiciou que mais de 600 colaboradores estivessem em home office em poucos dias.

Neste momento, estamos avaliando o sucesso do home office, acompanhando os dados da pandemia e os órgãos governamentais para definir um modelo híbrido presencial e remoto, o qual ocorrerá de forma paulatina, visto que um InterPlayers vem funcionando perfeitamente e de acordo com o previsto no Plano de Continuidade de Negócios, tendo sempre como foco a saúde de nossos colaboradores e de seus familiares, respeitando o distanciamento social e como medidas de higiene.

Como um hub de negócios de saúde e bem-estar, como InterPlayers, tem realizado suas ações e, mais do que isso, estabelecido relações com seus parceiros em meio à pandemia do novo coronavírus? Houve modificações? Há pretensões de modificar alguma coisa no pós-crise?

A longa trajetória da InterPlayers, e sendo uma pioneira sem segmento, consolidação a consolidação como o hub de negócios da saúde e bem-estar. Foram anos de investimento, tecnologia de ponta, processos consolidados e treinamentos para garantir este posicionamento neste ecossistema.

As operações da InterPlayers são eminentemente digitais e contam com ambientes duplicados, que garantem alta , disponibilidade e segurança com baixo envolvimento de pessoas.

As atividades comerciais são consultivas e o suporte, apoiado pela transformação digital, pode ser prestado remotamente sem qualquer problema e com a mesma qualidade.

Os gestores substituíram as reuniões presenciais por contatos remotos e o tempo de RH passou a manter uma comunicação mais frequente com os colaboradores para compensar ou distanciamento social.

Além disso, estabelecemos um comitê executivo diário para acompanhamento e acompanhamento resolver qualquer questão relacionada à Covid-19.

A relação com nossos clientes e parceiros passou a ser 100% virtual da noite para o dia. O fato de ter sido algo mundial e simultâneo em todas as associações acelerou o processo e eliminou barreiras.

Com a crise do coronavírus , notou-se a importância da difusão de informações credíveis sobre saúde.

Sendo uma empresa um hub de informações para parceiros da saúde e bem-estar, vocês acreditam cumprir um papel também se tratando do público geral (B2C)?

Sim. Nosso espectro de atuação é bastante amplo. São diversas frentes que abrangem, desde o paciente e consumidor final até a indústria, passando por farmácias, distribuidores, hospitais, clínicas, entre outros.

Nossos enfoques, de Geração de Demanda Médica, Abastecimento das Farmácias, Hospitais e Clínicas, Trade Marketing, Fidelização e Acesso ao Tratamento e Serviços especiais aos pacientes foram todos cumpridos de forma normal.

Alguma das medidas adotadas (home office, por exemplo) durante o período de isolamento social transmitido pelo coronavírus será mantido na empresa após o fim da pandemia?

Acreditamos que nunca mais será igual. Temos o novo normal à nossa frente. Muitas percepções e paradigmas foram quebrados, o próprio home office foi um deles.

Estamos considerando um modelo híbrido que preserva uma performance às operações e traga mais qualidade de vida para os colaboradores, evitando deslocamentos diários.

Com o passar dessa crise, o que a InterPlayers terá tirado como maior lição desse período?

Entendemos tratar-se de uma lição que o mundo está recebendo. Vimos que as empresas, de forma massiva, mudaram sua forma de trabalhar, do dia para a noite. Os consumidores, premidos pelo distanciamento social, aceleram a mobilidade.

Nesse momento o mundo saiu de forma “pressionada” da zona de conforto.

Forçadamente ajustado como formas de comunicar, de controlar, de apresentar. O ser humano passou a buscar mais e mais informação, consumir muito mais conteúdo, pesquisar mais sobre os assuntos, mudar hábitos na forma de lazer, enfim, isso tudo retrata que cada vez será necessário inovar, um termo tão presente na atualidade e praticado desde o começo dos tempos.

Em sua grande maioria, as inovações não são grandes inventos, mas formas diferentes de fazer as coisas, novos posicionamentos, novos modelos de negócio, algo único baseado em um olhar diferente em um ecossistema. É o pensar fora da caixa.

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