'Não considero mais minha filha', diz avó de menino morto em Planalto (RS)

'Não considero mais minha filha', diz avó de menino morto em Planalto (RS)

Vídeo do Dia: Gusttavo Lima pode pagar indenização de R $ 20 milhões por danos morais

                                                                             

                                     

                

                                     

Isaíldes Batista, 58 anos, ainda não está em conformidade com a morte de Rafael Winques, com 11 anos de idade. Após 10 dias do desaparecimento do garoto, seu corpo foi encontrado em uma casa abandonada, perto de onde morava, no Planalto, no Rio Grande do Sul, na segunda-feira (25). Alexandra Dougokenski, principal suspeita de crime cometido ou crime, está presa.

Com relação ao envolvimento da própria filha na morte do garoto, Isaías disse que jamais imaginou que Alexandra estava envolvida em nenhum caso. “Não considere mais ela (minha mãe).

                                     

A gente não aceita ”, disse a avó de Rafael. “Se foi ela, ela é um monstro”, completa.

Avó notou o desaparecimento do neto

A avó sentiu falta do garoto logo no primeiro dia do seu desaparecimento, em 15 de maio. Pela manhã, ela foi até a casa da filha, que fica próxima à sua residência, leva algumas contas para a mesma. Ao chegar, estranhe que menino não havia ido ao seu encontro, como sempre.

Ela questionou Alexandra se o menino estava em casa e, após sua insistência, uma filha se esqueceu de demonstrar que filho havia ido para a casa da avó. Isaíldes ficou favorito e pediu para que a filha acionasse a Polícia .

              

Ao definir isso, ela ligou para seu namorado. A avó disse ainda que Alexandra aparentava estar tranquila. Somente após muita insistência, ela conseguiu convencer uma filha a ativar o Conselho Tutelar.

Descrição das roupas suspeitas

Um detalhe que chamou a atenção dos investigadores ocorreu quando Alexandra descreveu com precisão as roupas que o filho teve de sair de casa. Ela falou que usava calça de moletom preta, camisa do Grêmio, óculos de grau e chinelos.

Essa informação suspeita, pois ela poderia ter certeza da maneira como Rafael estava vestido ali. não viu sair de casa?

              

Outro ponto que chamou a atenção foi a riqueza de detalhes que ela descreveu ou o último contato que teve com o filho.

Alexandra acabou de responder sua resposta dizendo quem eram as únicas peças de roupa que usavam sumido. Ainda nesse ponto, um promotor Michele Taís Dumke Kufner disse que foi muito estranho ou garoto com pouca roupa, uma vez que foi feito muito frio durante a noite.

No último dia 21, um promotora ficou na residência onde Rafael morava e percebeu a falta de emoção de Alexandra ao narrar os fatos de forma cronológica, ou que também chamou a atenção. “Não chorava, não se desesperava. Isso nos chamou muita atenção ”.

Na segunda-feira (25), Alexandra confessou que o filho estava morto e indicou o local onde havia deixado o corpo.

              

Em sua versão, ela fala que deu um medicamento para o menino se acalmar, mas um laudo indica estranhamento como causa da morte.

                                                           

                  

                    Não perca a nossa página no Facebook!                   

                                                      

                                 

                  © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

                                                                                                                                                                                                                         

            

          

continue lendo …