Segundo anunciado em sites de notícias falsas e proibido para menores, revela CPMI

Segundo anunciado em sites de notícias falsas e proibido para menores, revela CPMI

Consultores legislativos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) das Notícias Falsas emitidos um levantamento de pagamentos pagos pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) que indicaram uma veiculação de propaganda em páginas, aplicativos de celulares e canais de redes sociais com conteúdo considerado permitido. O relatório, divulgado nesta terça-feira, 3, identificou mais de 2 milhões de pagamentos pagos entre os meses de junho e julho de 2019.

Segundo o jornal O Globo, que teve acesso ao relatório, como propagandas do governo federal exibido em páginas que publicam notícias falsas, canais do YouTube removidos por descrições como regras do portal, plataformas de Jogos de azar e até mesmo ofertando investimentos ilegais ou de conteúdo adulto.

Os consultores legislativos solicitam, através da Lei de Acesso à Informação (LAI), os dados dos canais que exibem os registros entre 1º de janeiro e 10 de novembro de 2019. A Secom, entretanto, entregou apenas as informações relacionadas ao período de 6 de junho a 13 de julho. Contratado pelos serviços do Google AdSense e AdWords, que efetuou a distribuição, a publicidade foi veiculada principalmente na campanha pela Reforma da Previdência.

Além disso, foram utilizados 5 canais dedicados à promoção de Jair Bolsonaro e seus filhos que veicularam os aplicativos, ou que, segundo entendimento da CPMI, podem levar ao questionamento de violação do artigo 37 da Constituição Federal, que, em seu primeiro incidente, veta ou uso de publicidade oficial com fins de promoção pessoal .

As plataformas do Google permitem que o contratante do serviço selecione o público alvo das campanhas publicitárias e, de acordo com o relatório, a falta de observância do segundo passo sobre o direcionamento dos aplicativos não resultará em nenhum desperdício de verba pública.

Entre as páginas que recebem pagamento, via Google, para divulgação de publicidade do governo federal, está no canal no YouTube de Allan dos Santos, que mantém o blog Terça Livre.

Quando o prestador de serviços esclarece à CPMI em novembro de 2019, Santos nega ter recebido dinheiro público, porém, os dados do segundo canal apontado para o seu canal recebido 1.447 se aplica apenas a um período de 38 dias analisados ​​pela equipe de consultores.

Allan dos Santos é investigado por suposto envolvimento em uma divulgação de notícias falsas e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sega nega publicidade em sites prejudicados

Em nota, a Secom alegou que cabe ao Google AdSense distribui os anúncios e

A Secretaria informou que os sistemas selecionados pelas agências de publicidade prestadoras de serviços contam

O Google, por sua vez, afirmou que tem políticas contra conteúdo enganoso ou permitido e que plataforma permite o bloqueio da veiculação de páginas específicas ou enquadradas em categorias temáticas por parte dos que contratam o serviço.

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