Segundo pesquisa, os brasileiros são os que mais sentem medo de retomar a rotina

Segundo pesquisa, os brasileiros são os que mais sentem medo de retomar a rotina
                                                                             

                                     

                

                                     

Uma pesquisa realizada pelo Instituto IPSOS demonstrou que 68% dos brasileiros não estão dispostos a retomar rotinas simples, como sair, estudar e trabalhar. O número de casos do novo coronavírus aumentou consideravelmente no país nas últimas semanas. Diante desse fator, os brasileiros sentem medo de voltar à rotina pré-pandemia.

Brasil sente medo de voltar à rotina, diz pesquisa

Uma pesquisa constatou que o Brasil é o país que ocupa o primeiro lugar no ranking em que a população sente mais medo de sair e se adapta à vida pós-pandemia.

O estudo foi feito com 16 milhões de adultos, em 16 países, durante os dias 7 e 10 de maio.

                                     

O resultado foi que cada dez brasileiros, sete confirmaram que não querem retomar suas atividades normais dentro das últimas semanas, os índices de reabertura econômica do país. No total, 68% dos entrevistados foram enfáticos ao dizerem com medo de sair de casa.

Em pesquisa, ‘volta às aulas’ é descartada

Sobre o retorno presencial em aulas, o assunto é totalmente descartado em 85% das famílias. Em Espanha e África do Sul, 80% dos entrevistados examinam o quanto de retorno das aulas, para ter uma ideia.

Veja aqui o medo e a insegurança, pela falta de controle da situação no país, quando houver grande parte das famílias, nenhum outro lado da pesquisa, alguns países parecem ter superado esta fase.

              

É o caso da Coreia do Sul, seguido da Austrália e da China.

Na Coreia do Sul, por exemplo, apenas 18% dos entrevistados afirmam que “Se sentiriam desconfortáveis” em retornar ao local de trabalho.

Uma pesquisa, realizada de forma on-line, entrevistou 1.000 brasileiros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Brasil é o epicentro do coronavírus

Uma subnotificação de casos, falta de testes e aumento do número de mortos mortos no Brasil ou mais novo epicentro do coronavírus no mundo.

Conforme informado no balanço feito pelo Ministério do Saúde , até o momento são 26.754 mortes e 438.238 casos confirmados. Entre os recuperados estão 195.473 pacientes.

              

Com isso, o Brasil se tornou o segundo país com o maior número de casos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, enquanto os números de óbitos nos EUA têm redução diária, no Brasil a situação é oposta.

Pelo terceiro dia consecutivo ou o Brasil registra mais de mil mortes confirmadas por Covid 19, enquanto ainda existem mais de 4,2 milhões de mortes que estão sendo investigadas.

Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará ocupam os primeiros lugares com maior número de casos confirmados e mortes do Covid-19. São Paulo ainda ocupa o primeiro lugar, com o maior número de casos confirmados (95.865) e mortes (6.980).

São Paulo muda a estratégia da quarentena

Apesar de até o momento ser o Estado com o maior número de casos confirmados, e a pesquisa mostrar uma garantia dos brasileiros quanto à volta da rotina, São Paulo passará a adotar novas medidas de quarentena e retomada da economia.

              

Chamada de “Retomada Consciente”, uma proposta prevista para a ampliação da quarentena no estado por mais de 15 dias, a partir do dia 1 ° de junho. Em paralelo, como atividades econômicas de retorno à circular.

Para isso, o Governo implante uma medida de fases, para avaliar como regiões que podem seguir com uma rotina pós-pandemia.

A avaliação dessas fases leva em conta o número de casos da região, se houve crescimento ou não, e o número de leitos ocupados em hospitais públicos e privados.

O projeto será feito com cautela e, segundo o governo, portanto, será possível por conta dos números de casos que serão reduzidos, além do isolamento que será exibido nos últimos dias.

O acompanhamento das fases será realizado semanalmente e, de acordo com o governador João Doria (PSDB), poderá ser revisto, se necessário.

                                                                                                                  

                  

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