Violência contra mulher em tempos de isolamento social

Violência contra mulher em tempos de isolamento social
                                                                             

                                     

                

                                     

Vivendo na era da pandemia, confinados, casais estão passando pela verdadeira “prova de amor”. As crises estão mais frequentes, e, com isso, infelizmente, a violência, que na maioria das vezes é contada Mulher , aumenta.

Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), até março de 2020, Demonstração de casos de ameaças, lesões corporais e danos causados, mas subiu para 7,3% do número de feminicídio.

O Brasil teve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018, segundo levantamento que faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública

A Lei do Feminicídio nº 13.104 / 15 foi criada em 9 de março de 2015.

                                     

É considerado feminicídio quando envolve violência doméstica e familiar.

O número de feminicídios tem seguido o caminho contrário de homicídios dolosos e roubados seguidos de morte, que diminuíram no ano passado. O Monitor da Violência mostrou também que em 2019 houve 1.314 assassinatos causados ​​por violência doméstica ou motivados pela condição de gênero, características do feminicídio.

Também é significativo a falta de atenção da companheira / esposa / namorada, que não acredita que possa ser assassinado. . É aquela máxima: “isso não vai acontecer comigo”. Também é preocupante ver que muitos dos casos de feminicídio não existem ocorrências anteriores, e, quando há, acabam perdoando e voltando para seus algozes.

              

Na maior parte dos casos consumidos, ouve-se falar sobre uma mulher que sempre foi capturada, era maltratada, espancada, mas depende do companheiro economicamente, por isso, aturava todo sofrimento.

Violência doméstica na quarentena

O que tem visto é que em tempos de isolamento social, os nervos afloram, uma impaciência impera e os casais acabam se desentendendo com frequência, e com uma decisão da separação, vidas estão sendo ceifadas.

Anteriormente, uma das maiores causas dos feminicídios era o sexo desmedido, mas hoje, com uma quarentena, não tendo como sair com amigos para um bar, acabado de beber em casa, e assim qualquer coisa é motivo para iniciar uma discussão, que, infelizmente, termina na morte.

Antigamente se dizia que “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher “, mas atualmente, existem programas de diversas linhas de proteção para mulheres, que incentivam a denúncia de parte de amigos, familiares e até vizinhos, pois isso é um ato de solidariedade e que pode salvar vidas.

              

Como brigas, em sua maioria, estão diante de toda a família, que isolado por conta de quarentena, acaba sendo presenciado pelos atos de violência, que causam traumas irreparáveis ​​em seus filhos.

Uma mulher precisa acreditar no seu parceiro é violento, desde o primeiro “ataque”, por mais que a ação, não deve silenciar, pois, caso contrário, será mais uma vítima na tristeza e ascensão estatística.

                

                                          

                  

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